domingo, 27 de dezembro de 2009

Empatafoda

Estava eu e a Joana no meu quarto. A gente começa a se agarrar, e basicamente arrancamos a roupa uma da outra e a calcinha então? foi quase rasgada. Quando estavamos quase que naquele gozo fatal o celular da Joana toca e tivemos que parar porque era a mãe dela e ela tinha que atender. Meuirmão, pense numa véa impatafoda, pense numa raiva deagraçada dessa véa.

Gosto neim de pensar...

Catarina Oriebir

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

oi?

Parece que depois que apareci acompanhada fluentemente com uma garota meus amigos começaram a ficar demasiados distantes de minha pessoa.
Não sei se é impressão minha, seilá... pode até ser só uma coisa da minha cabeça. Mas muitos andam distantes e são poucos os que converso sobre meu relacionamento com a Joana. Sei que não é fácil para muitos ver a garota assxuada que muito falava de garotos estar agora saindo com uma outra garota, mas sei lá. Queria poder gritar pra alguns amigos que eu estou bem, e essa alegria é culpa da Joana que tem me colocado inumeros sorrisos no rosto.
Parece que o namroado de Clementina não aprova muito o homossexualismo, desde que ele soube que eu ando "pegando" uma garotinha ele me olha esquisito e já não me trata como antes, definitivamente eu não consigo me sentir a vontade com ele por perto. Mas pra ser sincera pouco me importa o que ele acha ou deixa de achar sobre mim, eu e a Clementina nos damos tão bem e ela tem sido uma das poucas pessoas com quem converso milimetricamente sobre meu relacionamento com a Joana.

Estou bem, apesar da distancia de muitos, estou por aqui tentando meu lugar na sombra.

Catarina Oriebir
Estou carente, de alguém, mas não qualquer um.

Maria.

Em casa.

Depois de algumas discussões, minha mãe e eu conversamos e entramos num "acordo" em relação a saídas e bebida em exagero. Isso é inédito no nosso relacionamento. Sei não... apesar de ser minha mãe, não é alguém de palavra confiável. Logo saberei se ela cumpriu com o que disse.
A Catarina foi embora e não nos despedimos. =/
Vi o Luís ontem e o Chico também. O Chico apareceu, ficou um tempo e foi embora, o Luís chegou logo depois, eu estava abusada por causa de comentários que um colega fez ao Chico sobre terça, fiquei mais ainda com a presença do Luís e a ausência do Chico, então me manti longe dele.

Maria.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O rapaz do livro de Berkeley

Vamos lá contar a historinha... Eu tava bebendo com uns colegas e o Luís chegou. Quando a bebida acabou decidimos ir pra algum barzinho. O Luís ofereceu carona a gente, passamos na casa de uma das meninas pra ela pegar dinheiro, descemos todos do carro, o pessoal ficou na garagem enquanto a Cláudia pegava o dinheiro, eu entrei na casa pra usar o banheiro, não percebi que o Luís veio atrás de mim e quando eu ia entrando no banheiro ele me puxou e pegou de jeito, minha reação foi tentar evitar mas era impossível fisicamente me desvencilhar, então deixei. Assim que ele me largou entrei no banheiro, sai e estavam esperando todos por mim na garagem, inclusive ele com uma cara de desconsertado, me aproximei dando a entender que minha repentina entrada no banheiro não tinha sido um fora, ele me abraçou. Fomos até o supermercado, compramos bebida e voltamos todos pra casa da Cláudia. Ele alternava entre força ao me tocar e carícias delicadas especialmente nas minhas mãos, rosto, braços, curiosamente lembrei agora do Filipe fazendo o mesmo, não lembro há quanto tempo alguém não me tocava com tanta delicadeza e vontade, as caricias com o Filipe foram meramente sexuais mesmo, não que com o Luís não tenham sido também, mas foi diferente, sei lá.
Tô aqui com uma leve dor-de-cabeça, muito cansaço e preocupação com umas coisas daqui de casa. Falar em casa... minha imagem aqui no momento não é das melhores. =S
Enfim, vou tentar estudar.
Ah! Ontem eu queria ter visto o Chico, mas ele não apareceu, tinhamos combinado beber um vinho, ele acabou me ligando no fim da tarde e dando um desculpa e eu acreditei, acreditei porque soou como verdade e era verdade, curioso não ter desconfiado, eu sempre desconfio das pessoas. Eu gosto do Chico, ele é inteligente, charmoso, bonito, maduro, estável, independente, pena ser 12 anos mais velho e aparentemente(é o que dizem, apesar dele nunca comentado sobre) ter um relacionamento com alguém e esse alguém ser um homem. Ele é tão foda que ficar com ele parece sonho, talvés seja mesmo, mas eu não ligo. Não mesmo.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Sobre nós:

"Ás vezes, nos fins de semana principalmente, eu tiro o telefone do gancho e escuto, para ver se não foi cortado. Não foi." (Caio Fernando Abreu)

Ficaria contente em saber das minhas meninas. Quanto a mim: eu estou aqui... esperando. :)

Maria.